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Nos rastros das caçadas da morte, confrontos mal resolvidos, controvérsias e o passado de Madame M são trazidos à tona   No quarto volume de DeathDisco, seguimos acompanhando a saga de Deathko, a impetuosa reaper não perdoará quem cruzar seu caminho. A caçada continua. No submundo do crime, todos sabem que uma pessoa que se torna alvo da organização secreta Guild não escapa com vida, como se o seu destino já estivesse traçado. Não importa quão rica ou poderosa ela seja, nem o quão longe tente fugir os reapers, como são conhecidos os assassinos enviados pela Guild, vão persegui-la até cumprir a missão de abater o alvo. Habilidosos, mas não infalíveis, os reapers não são matadores de aluguel profissionais e sim pessoas comuns da sociedade. Basta o “chamado” da Guild, para ocultar suas identidades e mergulhar na escuridão em busca do próximo alvo. Desprovidos de motivação ideológica ou política, os reapers sequer sabem a razão por trás da escolha da sua próxima vítima. Aqui o único interesse é ceifar a próxima cabeça a prêmio. Em DeathDisco v. 4, os ceifadores da morte não são os únicos que estão atrás da “cabeça”, um cientista que desenvolveu uma arma química capaz de dizimar a humanidade. O poder letal dessa substância atrai também aqueles que planejam usar a arma para controlar o mundo. Mas Deathko, a reaper que não sabe controlar seu ímpeto assassino, não vai perdoar quem cruzar seu caminho. Pela violência e crueldade se sobressai também o reaper Deevil, que carrega em seu corpo marcas da rivalidade com a Madame M, tida como a mais forte, bela e admirada ceifadora da Guild. Ao expor cicatrizes das antigas disputas, novas camadas vão sendo reveladas nesta história alucinante e mortífera. Kaneko – conhecido dos leitores brasileiros por Bambi – dá sequência a alguns temas recorrentes em sua obra, como a exploração da ultraviolência, protagonistas femininas fortes e matadoras, personagens inusitados, uma construção narrativa em velocidade vertiginosa, afiada como uma foice, sem falar no traço belo e minimalista do autor. Porém, DeathDisco vai ainda mais fundo na fantasia de terror e na crueldade dos personagens. Atsushi Kaneko junta aos tradicionais elementos do desenho de mangá traços do quadrinho underground europeu e norte-americano, gerando um resultado bastante particular, sombrio e encantador ao mesmo tempo.