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Após o Sucesso de Depois é Nunca, Com Mais de Sessenta Mil Exemplares Vendidos, Carpinejar, Vencedor do Jabuti, Aprofunda Seu Olhar Sobre a Despedida no Emocionante Manual do Luto. Se em Depois é Nunca Explicou Que o Luto Não é Uma Doença e Que Dura a Vida Inteira, Carpinejar Consegue o Impossível: Ir Ainda Mais Além na Tentativa de Retratar o Sofrimento da Saudade. Agora Fala Diretamente Com o Enlutado. Cada Capítulo é Uma Carta, e Cada Carta, Uma Lição de Empatia. Ele Aborda Todas as Dores do Mundo, Descreve as Mais Graves e Pungentes Perdas da Existência: Dos Pais, de um Amigo, de um Irmão, de um Filho, de um Marido ou de Uma Esposa. Compara o Luto a um Trabalho Incansável de Poda da Memória, de Faxina Existencial, em Que Toda Despedida Seria o Equivalente a Herdar um Terreno Para Construir Uma Casa no Local. Não há Nada Lá, só Mato e Entulhos, Ele Conclui. Com Seu Olhar de Raio-X Poético, o Escritor Enxerga a Invisibilidade Social de Quem Atravessa Esse Período Marcado Por Confusão e Privação. Você Deve Estar se Sentindo Invisível, a Morte de Alguém Próximo Nos Torna Invisíveis. Atravessamos um Portal Para Uma Dimensão Alternativa da Rotina. Não Somos Vistos, Não Somos Percebidos Como Antes. É Como se a Dor Fosse um Manto Mágico do Desaparecimento Social. Você Tampouco Enxergava os Enlutados Antes da Sua Perda. Eles Não Tinham Destaque, Consistência, Importância, Densidade.