O cérebro que se transforma

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"Escolhido pela Dana Brain Foundation, entre mais de 30 mil títulos, como o melhor livro de conhecimento geral sobre o cérebro, já vendeu mais de 1 milhão de exemplares em todo o mundo. &#xa0 Por meio de intrigantes histórias pessoais, O cérebro que se transforma explora as profundas implicações da neuroplasticidade para entender os mistérios do amor, da atração sexual, do gosto, da cultura e da educação. O cérebro se modifica. Ele é um órgão plástico, vivo e pode de fato transformar as suas próprias estruturas e funções, mesmo em idades avançadas. A neuroplasticidade — uma das descobertas mais revolucionárias desde que os cientistas desvendaram os primeiros esboços da anatomia básica do cérebro — promete derrubar a noção ultrapassada de que o cérebro adulto é rígido e imutável. A neuroplasticidade não apenas dá esperança àqueles com limitações mentais, ou com lesões neurológicas consideradas incuráveis, mas também expande nosso entendimento sobre a saúde do cérebro. Norman Doidge, psiquiatra e pesquisador, estabelece uma investigação da neuroplasticidade e apresenta tanto os cientistas que estão dominando essa área quanto as pessoas cujas vidas foram transformadas por esses estudos. O cérebro que se transforma apresenta casos que detalham o progresso surpreendente de pacientes, como uma mulher que nasceu com apenas metade do cérebro, mas que conseguiu se adaptar e levar uma vida normal outra, rotulada como mentalmente incapaz, que curou suas deficiências e agora ajuda muitos a fazerem o mesmo pessoas cegas que voltaram a enxergar dificuldades de aprendizagem curadas recuperação de pacientes que sofreram derrames depressão e ansiedade crônicas que desapareceram, entre outros casos. Doidge nos leva a um território que parece fantástico. Aprendemos como nossos pensamentos podem ativar ou desativar nossos genes, alterando a anatomia do cérebro. Vemos como os cientistas desenvolveram máquinas que podem acompanhar essas mudanças físicas para ler os pensamentos, permitindo que uma pessoa com paralisia controle computadores e aparelhos eletrônicos. E verificamos como uma pessoa com uma inteligência mediana pode, com exercícios, aumentar seu poder de cognição e percepção."